Dando Pitacos

Nostalgia

Publicado por: teresa ferreira em: 03/04/2012

Primeramente: EU VOLTEI! Achei que seria interessante voltar a postar no meu querido blog, senti saudades. Pronto, falei.

Para reinaugurar o retorno da atividade pitaqueira, quero compartilhar uma novidade da Farm (marca que eu acho diga e que não, não estou ganhando nem uma escova de dente usada para falar dela aqui) que eu vi hoje e achei muito legal.

Image

A Farm publicou hoje em seu site um tal de “kit Vintage”, em parceria com a Levi`s. As duas marcas se uniram para criar uma coleçao de shortinhos muito gracinhas (sim, a fotinha eu vou colocar abaixo) e o kit é formado por dois shorts e um relogio Casio.

 

Na sinceridade mesmo, achei um pouquinho fora de hora lançar agora os shorts, mas eu amei a ideia do relogio! Quantos anos eu não via essa maravilha que num me deixava perder a hora da Casio. Lagrimas escorreram.

Image

Verdade é que eu não sei se seria capaz de sustentar um relogio desse. Eu acho mara e talvez não dê para criar um look vintage sem essa gracinha, mas ainda me falta capacidade para conseguir usa-lo sem ficar parecendo meu tio-avô.

Pitaquem ai, qual seria a melhor forma de combinar o relogio com o modelito nosso de cada dia?

Prazer, Teresa!

Publicado por: teresa ferreira em: 23/11/2011

Fala tchurma! Decidi fazer esse post pra me apresentar. Queria contar para voces um pouquinho da minha relação com o mundo fashion e um pouquinho da minha personalidade, assim voces conseguirão entender a cabeça dessa maluca que escreve aqui e assim compreender as besteiras que eu escrevo.

Então, meu nome é Teresa, Maria Teresa na verdade, mas pode chamar de Tete. Eu provavelmente não sou uma pessoa querida pelas pessoas da moda, porque falta o tamanho do pescoço de uma girafa pra eu chegar no tamanho de uma modelo, perder o peso de quatro elefantes pra chegar no peso delas e muita vaidade. Isso sem contar conhecimento na area.

“Uai, num entendi. Então porque voce tem esse raio desse blog?” Porque apesar de tudo isso eu amooooo moda. Assisto todos os seriados, gosto de vasculhar nas novas coleções, saber o nome dos estilistas. É uma área que eu gosto de xeretar mesmo para depois dar o meu pitaco.

Para me vestir, eu tenho momentos em que sou básica, e momentos que eu sou sem noção. Se eu olho e acho que tá bom e desse jeito mesmo que fica. E as vezes eu só estou com pressa mesmo. Além do que eu já disse em um post anterior: do meu armário só saem borboletas, porque roupa que é bom quase não tem. Não tenho paciencia para comprar. Eu realmente acho que vive uma familia de escorpião na minha carteira, porque é dificil me convencer de abri-la.

Minha mãe as vezes briga comigo pra eu sair para comprar uma roupa nova. Não gosto mesmo. Aliás, já que eu falei da minha santa mamaezinha, ela é o oposto: adora estourar cartão de credito, fazer carnê, entrar no especial, tudo por conta de roupa.

As vezes eu acho que eu deveria prestar mais atenção nos meus modelitos. E as vezes eu presto mesmo! Mas eu tenho uma preguiça! Tem hora que não dá! Voce simplesmente quer colocar aquela calça de moleton saruel cinza, uma camiseta e um crocs e sair de boa . E ainda blasfemar ao justificar o traje dizendo: “É estilo”.(baseado em fatos reais, eu faço isso)

Mas ai voce se consola dizendo que está sentindo bem assim, mesmo que todos duvidem, põe um sorriso nos lábios e sai desfilando.

Acho que deu pra entender mais ou menos quem “soy yo”.

Se voces tiverem alguma curiosidade sobre a mim, quiserem me dar algum conselho, o telefone de algum analista, é só deixar o seu pitaco. Mas se quiser me chamar de cafona, sem noção, ou me ofender, o seu comentário corre o risco de ir pro guarda-roupa do Reginaldo Rossi, ok?

Deu nó!

Publicado por: teresa ferreira em: 23/11/2011

Mesmo quando não é relacionado ao diretamente ao tema desse blog, eu tenho que escrever sobre debates do cotidiano para o pessoal que lê esse blog também refletir sobre essas questões. É isso que eu vou fazer agora.

O tema deste post é o aborto. Eu sei, eu sei, todo mundo martela esse assunto na sua cabeça o tempo todo. Se não, voce talvez deveria começar a pensar a respeito. E e digo isso não porque eu acho que voce tenha que ter uma opinião e um vasto conhecimento sobre todos os assuntos que fazem parte do nosso cotidiano, mas porque é necessario saber ao menos pensar sobre essas questões e para que decisões não sejam tomadas sem que voce nem sequer saiba do que se trata.

Pois bem, quer saber a verdade? Eu não tenho uma posição definida sobre o assunto. Meu discurso sempre foi contra a legalização do aborto. Mas eu ouvi os dois lados e refleti mais sobre a questão. E continuo refletindo. Um dia quem sabe eu tomo uma posição. Mas a bem da verdade é que eu também não concordo muito com essa coisa que estão tentando nos impor de ter que tomar um lado em todos os casos. Em certas causas, se voce não sabe direito o que dizer, ou como levantar uma boa defesa, é melhor ficar calado para não atrapalhar todo um movimento de pessoas que se inteiraram do assunto e sabem do que estão falando.

De todas as discussões que eu tive sobre esse assunto, eu irei expor alguns pontos que me pegaram mais fortemente de cada lado. Assim voces conseguiram entender o meu dilema.

Pois bem, eu disse ali em cima que sempre falei que era contra. Por que? Todo mundo que me conhece diz que é por causa da minha religião e isso me irrita profundamente! Não é por causa das minhas crenças pessoais, mas sim devido a situaçao educacional do país. Hã? A tia explica: eu tenho medo! Medo de que, as pessoas tendo o aborto legalizado, não tenham a instrução necessária para saber que o uso da camisinha não é só para evitar uma gravidez, mas uma série de doenças.

“Ah, mas se eu engravidar do meu namorado? A gente num usa mais camisinha”. Então, ai eu acho complicado tambem de falar, porque se voce está com uma pessoa a tanto tempo e confia nela, por que não ter um filho juntos? Mas entendo tambem que talvez voces não estejam preparados por mil e um motivos, então talvez realmente seja melhor não ter. Fica a seu critério.

Pelo que eu disse anteriormente, é o motivo pelo qual eu tenho um pedaço meu que me diz que eu deveria ser favoravel a legalização do aborto: não existe o “fica a seu critério”. É proibido e ponto. Como fica o direito de escolher nesse caso?

Acho que eu vou parar por aqui. Já deu um nó na minha cabeça e não estou querendo embaralhar a cabeça de ninguem. Vou acabar dizendo só uma coisa: pensem bem antes de fazer um aborto (VIVA O CLICHÊ). Analise se é realmente a única forma ou se teria outro jeito. Porque essa é uma atitude que vai marcar voce, coleguinha, para o resto de sua vida, a menos que voce esteja totalmente certa disso!

Agora eu terminei. Fim do momento desabafo!

Pitaque sobre isso tambem! Mas sem me xingar por favor!

Tags:

Acontece sempre!

Publicado por: teresa ferreira em: 27/10/2011

Festa da firma hoje a noite, hora de encarar o guarda-roupa! Abrindo as portas lentamente, passo as mãos delicadamente nos cabides. Esse eu já usei, esse também. Aquele não serve mais. Por que eu não fui em algum lugar comprar roupa? Ainda dá tempo. Não, estou pobre. Todo mundo lembra do vestido estampado, o do Natal ninguém viu, mas não cai bem. Preciso impressionar o chefe. Estou atrasada. Quer saber? Vou com o de sempre. Ou então, não vou! Não existe essa opção. Põe qualquer coisa e tchau.

By Natália Mariussi

Publicado por: teresa ferreira em: 20/10/2011

Quem não gosta de talento? De perceber um dom, de ver nascer algo novo, diferente e totalmente único? Esse é um dos meus maiores vícios: observar o que está acontecendo de mais estonteante. Ui!

E não é que eu descobri em uma amiga uma criatividade para inventar modelitos MARAS. Essa amiga é a estilista Natália Mariussi, formada em moda pela Anhembi-Morumbi e que acabou de lançar a primeira coleção da marca que leva o seu nome, “By Natália Mariussi”.

Deixei um pouquinho de lado o papo de comadre para fazer algumas perguntinhas para ela sobre a sua carreira. Segue abaixo o nosso papo.

Dando Pitacos: Quando voce decidiu que deveria estudar moda?

Natália Mariussi: Desde sempre, sempre me identifiquei, e estive curiosa para aprender mais e mais. Desde criança gostava de palpitar em roupas minhas e dos outros… rsrs

DP: Fale um pouco do curso na Anhembi-Morumbi. Quais foram os pontos que mais te auxiliaram no estagio que voce está hoje? Tem alguma coisa no curso que ficou a desejar?

NM: O curso é ótimo, nada a desejar. A faculdade lhe instrui da melhor maneira.Os pontos que me auxiliaram eram determinação e vontade.Nada concreto.
A Anhembi é uma boa faculdade, mas o progresso depende de você. “Ela te dá as cartas, e você fica com a responsabilidade de distribuí-las bem”.

DP: Qual foi o momento decisivo para que voce criasse sua propria marca?

NM: Quando me formei. Fui para a Itália, onde estudei em Milão com esse intuito.O Instituto Marangoni me proporcionou isto. Sabia que voltaria de lá segura e capaz para o lançamento.
Minha mãe foi minha grande amiga desde sempre, ela me apoiou para que eu lançasse a marca.

DP: A primeira coleçao foi lançada no ano passado, certo? Em qual tema ela foi inspirada?

NM: O tema foi inspirado no glamour e no rock, onde pude quebrar o tabu das pessoas que só usam preto por serem do rock n roll.

DP: Como voce vê o mercado hoje para o surgimento de uma nova marca? Há espaço para que ela se desenvolva plenamente?

NM: Tudo depende de você para o desenvolvimento do seu projeto. O mercado da moda é restrito, tem muitas marcas para poucos e as opiniões de gostos são similares, o que talvez dificulte.
Mas há espaço para todos, progresso e tempo, adjunto com paciência. rsrs

DP: Em quais estilistas voce mais se inspira?

NM: Amo alta costura, Channel é incrível, os detalhes e inspirações de Dolce e Gabanna admiro muito.
Aqui no Brasil adoro Cavalera, o desfile do Ronaldo Fraga da última coleção foi incrivelmente perfeito.

DP: Se voce pudesse criar uma coleçao junto com alguem, quem seria?

NM: Dolce e Gabanna

DP: Quem se interessar em vestir uma peça “By Natalia Mariussi”, aonde procurar?

NM: Em Minas Gerais (Poços de Caldas), na loja Neon Modas, aqui em São Paulo por enquanto,
segue meus contatos para ver as peças e também escolher peças exclusivas
(onde desenho especificamente o que a pessoa gostaria e o que condiz com os corpos): 11 8577-6450 / 11 6790-8505

DP: Já pensa em uma nova coleção e em fazer um desfile em São Paulo?

NM: Já tenho uma nova coleção no papel, pretendo lançar em Minas e trazer para São Paulo depois.

DP: Algo a mais a declarar?

NM: Não dá para desistir de um sonho se você tem objetivos e sabe onde quer chegar!

Muçulmana na praia. Como é que faz?

Publicado por: teresa ferreira em: 20/10/2011


Estava hoje a toa na vida, pensando em nada que preste, e de repente, não mais que de repente, eu me perguntei o seguinte: Como é que uma mulher muçulmana se veste na praia? A religião não permite que elas mostrem nada do corpo, para não chamar a atençao masculina. Biquini ou maiô nem em sonho. Ai a moça vem passear no Rio DE Janeiro, aquele calor que se voce colocar um ovo numa frigideira pra fora da janela ele frita em 10 segundos, aquele mar chamando insanamente, qual é a solução? Fazer a louca e pular com a burca mesmo?

Como eu não sou de me contentar com perguntas sem respostas, indaguei imediatamente o pai Google. E como sempre ele respondeu eficientemente. Realmente, há algum tempo não havia solução. Era curar o calor com um picolé de groselha e pronto. Até que, com muita criatividade, uma estilista, cujo nome pai google ainda não me respondeu com absoluta certeza, assim que eu souber eu respondo aqui, criou o “Burkini”, uma mistura de burca com biquini. ÓIA QUE MARAVILHA!

O traje deixa a mostra apenas os pés, mãos e rosto e permite que as muçulmanas possam dar aquele TCHIBUM gostoso no mar, na piscina, na cachoreira… Para nós brasileiras que usamos cada vez biquinis menores, é meio dificil acreditar que a roupa seja confortavel, mas eu acredito que nada é mais gratificante do que poder seguir aquilo que acreditamos, mesmo que ninguem mais compreenda.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Eu não sou uma grande conhecedora das doutrinas muçulmanas, porém não entendi muito bem como esses trajes foram aceitos, já que alguns desses trajes são justos ou vão inevitavelmente colar no corpo, o que não é permitido. E tambem considerando que algumas buscas não deixam nem o rosto descoberto. Se alguem souber me responder isso, faça o favor antes que eu morra de catapora de tanta curiosidade.

Finalizando, só queria deixar claro que esse post em nenhum momento tem intenção de tratar com preconceito a religião muçulmana, indagar ou questionar seus principios. O texto foi escrito apenas com o intuito de apresentar uma realidade diferente da vivida por grande parte das mulheres brasileiras, conhecidas por modelitos ousados de moda praia.

obs: comentários que insultem o blog, a mim, ao post ou a religião muçulmana serão direcionados ao mármore do inferno.

Moda Puc

Publicado por: teresa ferreira em: 19/10/2011

Ai como é lindo o ambiente universitário! O espaço para debates, exposição de ideias, aprendizado, desenvolvimento e de muitos, mas muitos, estilos diferentes. O momento da faculdade parece libertar as pessoas de pudores e fazer com que cada um seja cada vez mais único. O interessante de estudar na PUC-SP, conhecido no meio universitário como a “faculdade alternativa” é se permitir a demonstrar aquilo que voce realmente é, sem inibições.

Andando pelos corredores puquianos, você será capaz de encontrar nichos que se diferenciam não só pelos cursos, mas pelos estilos de cada grupo. Sabe quando voce passeia pela Av. Paulista e encontra hippies, emos, skinheads, conservadores e varios outros estilos em uma mesma rua? Andar na PUC-SP é bem parecido. É possivel reconhecer alguns cursos pelo estilo dos alunos. Legal, né?

Uma vez, um professor na sala de aula disse que algumas alunas da PUC andavam como se fossem da “boca do bueiro”. Fiquei sem saber se eu ria ou chorava com o comentário. Num é a boca do bueiro, é a face da identidade. E, claro, que seguido dessa declaraçao ele ensinou como se vestir adequadamente para uma entrevista de emprego, eventos sociais, ir a faculdade e etc. Vou dar um tiro no meu pé nesse momento, mas lá vai: ninguem ensina o outro a se vestir! Ninguém sabe o que vai fazer outra pessoa se sentir bem! E que erro tentar faze-lo! (clichê, eu sei, mas é verdade). E pos isso eu acho lindo observar os modelitos na PUC, é tanto criatividade, tanta liberdade, que me dá vontade de cada dia ir num estilo diferente.(rs)

Identificando os cursos, eu percebo um estilo casual nos alunos de Jornalismo (meus bravos colegas!). A não obrigatoriedade de um traje formal no ambiente de trabalho, faz de uma calça jeans e camiseta a combinaçao certa. Um vestidinho se calor, um moletom se frio, sapato pode ser sem salto, e por ai vai. Tudo bem simples, não há necessidade de exageros. Diria que é a turma do “menos sempre é mais”.

Já nos alunos de Direito, o terno e a roupa extremamente social são marcantes. Fico cansada só de olhar as meninas descendo e subindo aquelas rampas com os saltos altos de quem acabou de chegar de um dia provavelmente exaustivo em um escritório. Os meninos de terno dá um ar elegante, fica bonito, mas toda aquela goma não pode ser confortavel. Tá bonito, tá digno, mas tá preso!

Os cursos de humanas como serviços sociais, historia, geografia, ciencias sociais e afim, parecem seguir o mesmo padrão. E qual é, qual? O popularmente conhecido como “bicho grilo”. O estilo é capaz de te dar vontade de sair gritando por LIBERDADE nas ruas dessa cidade. A blusa é larga, a calça é larga, a saia é larga, o vestido é longo e largo, o chinelo de dedo e… maravilha! Tá tudo solto! Não se prenda! Não se reprima!

E claro, tem alguns cursos que o pessoal é mais mauricinho/patricinha, tem curso que não pode ser identificado por estilo e tem muita exceçao dentro dos citados. Mas que há uma forma geral de se vestir dentro deles, isso com certeza há!

Outra coisa interessante que existe na PUC-SP, que na verdade não é dentro da PUC, mas em frente, são banquinhas vendendo roupas e acessorios. Tem camisas, bolsas, lenços, bijuterias, peças bem legais mesmo que parecem agradar muito os estudantes.

O ambiente universitário realmente permite uma liberdade maior, voce tirou o uniforme da escola e, muito provavelmente, ainda não vestiu a farda de adulto. Se joga! E falando nisso, é impossivel não falar nada sobre o circo Geisy Arruda. A garota ficou famosa por ser discriminada na faculdade (Uniban) por estar usando uma roupa justa e curta. Eu não sei se acho o fato pior pela atenção que a mídia deu ou se pela cabeça minuscula dos alunos dessa universidade. Tá pior que cidade do interior (com todo respeito). Tá pior do que fofoca de comadre.

Vou terminar ouvindo “Metamorfose Ambulante”(mais um pequeno clichê) para todo mundo ficar liberto de rótulos!!!

Crise, não! Um apelo a imaginação…

Publicado por: teresa ferreira em: 22/09/2011

Já que nem tudo gira em torno de modelitos fantásticos e de luxo, sim, colegas, o mundo não é perfeito, chega um momento em que devemos pensar no que está acontecendo fora do nosso universo de plumas e paetes. Fato é que o negócio está feio no mundo, a crise econômica chegou e está preocupando muita gente.

A gente sabe que qualquer crise pode e afeta muito qualquer indústria, independente do setor. E tudo bem que nós somos cor de rosa, mas nem por isso estamos imunes. Prejudica sim, mas no caso da industria da moda, o efeito é beeem mais leve, lógico que dá uma caidinha nas vendas, mas nada que quebre o salto. E um outro efeito é que as peças passam ser entre 70 e 80% mais básica e funcional, coisinhas necessárias, e 30/20% mais estilosa.

E por que eu estou falando nisso? Seguinte, não sou economista e não saberia explicar a crise, o que está acontecendo direitinho e etc, pai Google explica isso para vocês, ok? Mas fato é que a crise abala nosso bolso, aliás, ultimamente, tudo tem feito um rombo no nosso bolso. Então, eu decidi dar umas dicas de como essa crise passar como uma brisa, sem afetar nem os modelitos nem a conta.

Para começar, e talvez serei exilada do mundo fashion por dizer isso, eu odeiooo fazer compra. Não gosto mesmo, tenho uma família de escorpiões morando nos meus bolsos. Então, a solução é inventar e recriar com aquilo que temos no guarda roupa.

Para montar um look diferente, basta saber mudar os acessórios, ter peças clean e um pouco de imaginação. Sabe aquelas roupitchas que não saem da moda? Um vestidinho preto básico, calça jeans, camiseta branca, etc… Se você combinar isso cada dia com um sapato diferente, um cinto, um broche legal, fica tudo diferente!

Vá no armário da sua avó, fuce, mas fuce MUITO. Você vai sair de lá carregada! Muitas coisas que nossas senhorinhas queridas guardam a 300 anos podem nos ser muito úteis.
Por exemplo, aposto que você encontrará milhões de lenços, que elas usavam pra caramba, com isso você já tem trilhões de jeito diferente de usar essas peças maravilhosas.

Algumas ideias...

Agora vá no armário do papi ou do irmão mais velho e busque uma camisa e um cinto. Coloque uma legging e voilá!

Mas se sua mão coça e seu guarda-roupa chora se não tem uma peça nova lá, vamos as opçoes: brechó e outlet. O primeiro, uma turma sempre teve preconceito por ser roupa de segunda mão. Hello! Brechó hoje em dia tá super in, as peças são muito baratas e se encontra de tudo!

A outra opção é o outlet, mas cuidado com duas coisas: repare muito bem na peça antes de sair pagando porque caiu bem, voce certamente não quer chegar em casa e encontrar um mega furo na peça ou uma costura irritantemente torta. E veja bem o preço das peças, as vezes compensa mais esperar a loja entrar em promoção do que comprar no outlet.

Ah, e claro, sempre tem C&A, Marisa, Pernambucanas… Se olhar com carinho e cuidado você consegue encontrar peças muito legais sem gastar muito.

Tem um texto bom sobre esse assunto no Profissão Moda também.

Boa sorte!

Um século em 100 segundos

Publicado por: teresa ferreira em: 15/09/2011

Não poderia deixar de postar aqui o vídeo que foi bafão na semana passada. Esteve no twitter, no facebook, nos blogs e se bobear estava até mesmo no falecido Orkut (um minuto de silencio)…

Mas fato é que essa produção inglesa SUPER original, uniu duas coisas que eu amooooo: moda e efeitos audiovisuais. Alguns lugares ao falar desse vídeo disseram que essas transições são super comuns, básicas. Desculpem-me os gênios, mas eu ainda to pensando em como editar um vídeo desses.

Fiquei devaneando e não disse qual é o tal vídeo fantástico a que me refiro. Pois bem, trata-se de uma “chamada” para a inauguração do novo centro comercial Westfield em Stratford City (Inglaterra). A ideia é passar em 100 segundos um século de moda, incrível não? E repare, não são só as roupas que mudam, mas o estilo da dança vai mudando, junto com a paisagem. Vou parar de falar, assiste ai:

Muito bom não é? E a data que aparece no final, 13/09/2011, a primeira vez que eu vi eu não sabia que era um vídeo desse centro comercial, hoje que eu sei, hehehe, eu conto para voces que é o dia da inauguração!(Ah, vá!)

E o pior é que eu gostei tanto disso, que eu saí buscando mais alguns vídeos sobre a evolução da moda. Tudo bem que eu não achei nenhum tãooooo legal, mas segue mais um, com um pouco de história para voces assistirem:

Gostou? Dê o seu pitaco!(sem ofensas porque o blog fica triste e some com seu comentário)

Pode me chamar para um drink!

Publicado por: teresa ferreira em: 13/09/2011

Pare o que estiver fazendo e olhe isso aqui! A relojoaria Piaget decidiu comemorar os seus 136 anos de graça e existência com uma coleção fenomenal! Para meus amigos que gostam de estilo, glamour e uns “bons drink”, vão amar a ideia tanto quanto eu.

A Piaget pensou em gente como a gente e os anéis, cravejados de diamantes e outras pedras preciosas, são inspirados em drinks famosos. Quem me contou foi o Luxo e as peças realmente estão maravilhosas.

O meu predileto, claro, é o Whisky on the rocks, clean, composto por ouro branco, citrino, quartzo e diamantes:

Uma galeria de delícias para “beber” sem moderação:

Este slideshow necessita de JavaScript.

Só faltaram os drinks das divas do Sex and The City: mentes criativas da Piaget, cadê o Cosmopolitan e o Dry Martini? Fica a Dica. E sem querer fazer a nojenta, eu só não gostei do “Watermelon Dream”, parece o anel de noivado da Magali, muito exagerado.

Se você não sabe quem é a Piaget, o Luxo explica: Fundada em 1874 por Georges Piaget, a empresa começou na fazenda de Georges Piaget em Côte-aux-Fées, na Suíça. Na década de 60 fez sucesso por ter Jack Kennedy e Andy Warhol como clientes. Em 1988, a joalheria foi comprada pelo Richemont, conglomerado de marcas de luxo. Em 2001, eles abriram uma nova fábrica nos arredores de Genebra.

Agora, dê o seu anel…ops, o seu pitaco. (Comentários desagradáveis magoam e serão removidos).

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.